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010   ^a972-46-0567-1
021   ^aPT^b53186/92
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101 0 ^apor
102   ^aPT
200 1 ^aComo um rio sem pontes^eromance^fGuilherme de Melo
210   ^aLisboa^cNotícias^dD.L. 1992
215   ^a171 p. ;^d22 cm
330   ^aA memória de uma África que a curva do caminho guardou, o desenraizar de toda uma família e o seu reimplantar doloroso num outro solo, num outro espaço. E, simultaneamente, a busca das respostas, das explicações, da chave que decifre o código de uma existência falhada. Enquanto Miguel, toxicodependente, agoniza, devastado pela Sida, entre um pai e uma mãe que são já apenas as margens secas de um rio sem pontes. Um romance marcado pelo espanto e a vertigem de um tempo novo, de um tempo duro e amargo, na grande cidade. Fonte: Livro
606   ^aLiteratura moçambicana^xRomance
675   ^a821.134.3(679)-31Melo, Guilherme de^vBN^zpor
700  1^aMelo,^bGuilherme de,^f1931-2013
859   ^u/BiblioNET/Upload/Capas/Como um rio sem pontes.jpg
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